22 junho 2013

Abraçando (literalmente) a oportunidade



Sabe aquela sensação de que você está resolvendo uma questão de um teste de um concurso público, e, de repente, você encontra a resposta e até sorri?! A pergunta podia até nem ser tão difícil assim. Mas você corre para anotar a resposta em algum lugar antes que a esqueça. O amor é algo parecido! É OPORTUNIDADE, e não OPORTUNISTA. Você está tentando resolver um aspecto da sua vida, e, de repente, de supetão, encontra a solução, personificada, no caso; encontra a peça que faltava. Para não deixar a solução “fugir” – como cortesias para festas, ônibus e dinheiro, a solução sempre foge - você tem que guardá-la, armazená-la, antes que esqueça que na vida o mais importante é amar, e procedendo desse jeito decida resolver o resto dos milhares de outros aspectos da sua existência finita. O resto, bem, o resto é o resto. O amor não é resto; é máquina de pipoca com defeito, produzindo quantidades exageradas de pipoca; é coca-cola de 100 litros, barras de chocolate quilométricas e romances piegas no cinema com 1 zilhão de finais felizes, e sem donzelas que morrem no final, claro.